quinta-feira, 25 de setembro de 2008

2º Passeio Pedestre Viveiros Batista e Vitor Batista-Seguros - 4 (cont.)

Continuação do Beijós XXI




Passagem dos caminheiros pelo Poço das Poldras, em fila indiana.












Pequeno almoço.












Por entre vinhedos do Dão.











Ar, muito ar puro.












O caminheiros de 4 patas iam-se resfrescando nas poças de água que a valente chuvada das 6 da matina, deixou.











Alguns já são veteranos nestas andanças, ainda que de tenra idade.













Idem...













Colónia de aranhas.











As paredes do antigo lagar de azeite, estão reforçadas com as raizes de árvores.











Verde intenso, muito fresco.









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terça-feira, 23 de setembro de 2008

Sardinhas, castanhas e tinto do Dão (cont.)

Continuação do Beijós XXI.




É preciso pôr mais caruma, pouca para as castanhas não queimarem. E já agora, é melhor virá-las, ficam mais bem assadas.












E, que tal usar o "crivo da areia" para peneirar as castanhas, lembrou um.
Boa ideia, retorquíram outros.










Enquanto uns trabalhavam, outros discutiam, quiçá, o melhor método para assar castanhas.











Depois de todos estarem saciados, nova foto do grupo.
Olhem a quantidade de castanhas assadas, que sobraram.





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domingo, 7 de setembro de 2008

"Deixem sorrir o mundo" (cont.)




Antiga Escola Secundária de Carregal do Sal.











































































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quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Os Nossos Atletas Paralímpicos em Pequim (Cont.)

Continuação do Beijós XXI

(...)
"Dois anos mais novo que Carlos, Augusto Pereira tem uma paixão desmesurada pelo ciclismo. Conta o seu treinador, Henrique Santos, que dias antes da prova em Colorado, EUA, no Mundial de 1998, Augusto olhou para a maneta da bicicleta e, preocupado, achou que estava torta. Tentou endireitá-la e partiu-a. Foi, pela primeira vez na sua carreira desportiva, vice-campeão. Sofre de paralisia cerebral mas nasceu com vontade de vencer.

Augusto vive em Ílhavo, Aveiro, onde é carpinteiro no Centro de Acção Social. Trabalha todo o dia e ainda arranja forças para 60 a 80 km de pedalada. Quer fazer o mesmo que José Azevedo e Cândido Barbosa. 'Até lhe ofereceram um equipamento completo do Benfica. E ele ficou todo orgulhoso. Vestiu-o logo no dia seguinte' – recorda o treinador que o acompanha há 15 anos.

Sara Duarte também sofre de paralisia cerebral. E, na sua vida, os cavalos surgiram, aos sete anos, como terapia (hipoterapia). Desde menina que se habituou a lutar por melhorar a sua condição física. O que tem conseguido graças também à ajuda da mãe, que é especialista em educação especial. Aos 24 anos, Sara passou para o 3.º ano do curso de Farmácia. 'Tem sobretudo dificuldades nas aulas práticas', explica Maria de Lurdes Cardiga, responsável pela Comunicação do Centro Equestre João Cardiga, onde a atleta treina.
Por duas vezes vencedora da Taça de Portugal de Paradressage (ou equitação adaptada), em 2007 e 2008, Sara esteve 15 dias na localidade alemã de Aachen a treinar, no maior centro hípico do Mundo, para os Paralímpicos.
Todos os nossos atletas são a prova de que com esforço se vence as vicissitudes da vida. Bento Amaral sofreu um acidente quando tudo o resto lhe sorria.

Não praticava surf como os outros: com prancha. 'Apanhava boleia' das ondas da Leça da Palmeira. Num dos saltos bateu com a cabeça no fundo e partiu a quinta vértebra cervical. Tinha 25 anos. Seis meses hospitalizado obrigaram-no a adaptar-se à sua nova condição: estava tetraplégico.
Bento adaptou à cadeira de rodas e voltou a sair à noite com os amigos. Um ano após o acidente, fez a cadeira que lhe faltava para acabar o curso de Engenharia Alimentar. Ia poder realizar o sonho de ser enólogo – tal como é, aos 39 anos, provador de vinhos no Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto.
Parecia condenado a não voltar a fazer vela. O seu desporto de infância. Até que, em 2001, conheceu o australiano fabricante de barcos de vela adaptados a pessoas com deficiência. E começou a treinar no Clube de Vela Atlântico de Leixões, apenas ao fim-de-semana, três a quatro horas. No seu barco, Bento posiciona-se ao centro, preso por um cinto de segurança, e controla-o através de uma alavanca mecânica. Nos Paralímpicos compete em dupla com Luísa Silvano, de 49 anos. Tudo na vida do velejador se adaptou à sua nova condição. A família foi fundamental e hoje conta com o irmão como seu treinador e a mulher como sua companheira. 'Apesar das dificuldades, consigo ser feliz e espero que outras pessoas, em circunstâncias iguais, também possam ser.'
(...)

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segunda-feira, 1 de setembro de 2008

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

quinta-feira, 14 de agosto de 2008